'E eu concluí, no repente, que o amor é simplesmente o ridículo da vida.' (RFC)
segunda-feira, 11 de abril de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Volta por cima
Sabe aquela sensação de alívio que você sente ao constatar que, mesmo depois de tanto sofrer e de tanto se machucar, conseguiu se libertar daquele sentimento que te sufocava? Pois bem. Depois de alguns meses de coração partido e de muitas lágrimas, pude ter essa sensação no último fim de semana.
Vê-lo ainda me provoca certos arrepios na espinha e faz o coração dar aquela aceleradinha básica. Mas não dói mais. E nem dá aquela sensação de profundo vazio quando você vai dormir. Acho que depois que tu aprende a separar sentimento de atração física (e olha que deu um trabalho danado!), a coisa fica mais fácil. Hoje eu sei disso. Mas penei muito para superar essa situação toda - foram muitas noites mal-dormidas, muitos choros no travesseiro, muito medo de não conseguir esquecer. Entretanto, como diria minha querida mãe, nada como um dia após o outro. O tempo sempre ajuda a curar as feridas!
O lado bom de tudo isso? Comprovar que ele é realmente um Príncipe, com P maiúsculo. Um cara do bem, que se preocupou comigo desde o início - mesmo sem ter culpa de nada - , que me deu força para ir atrás da minha felicidade e que, mesmo hoje, depois de tudo superado, não 'me abandonou' nem mudou o seu jeito em relação a mim. Descobri um cara bacana, um amigo querido - mesmo quando ele faz umas observações, perguntas e/ou elogios que me deixam sem a menor reação. Um cara meio doido, mulherengo, safadinho (!), mas de um coração e bondade enormes. E isso para mim não tem preço!
Sei que mais cedo ou mais tarde você vai acabar lendo esse post. Então, para que não reste dúvida: eu estou bem. De verdade mesmo. Aprendi contigo que, por mais que queiramos algo, se não for para ser, não será. Temos mais é que gostar de quem gosta da gente! Tenha a certeza de que torço muito para que encontre alguém que te faça feliz, da maneira que você merece. Uma hora a sortuda aparece, pode escrever!
PS.: Fique tranquilo: você continuará sendo o princípe mais gato, sexy e gostoso do mundo para mim, tá? Afinal, eu tenho um puta mal gosto! haha...
Te amo.
Vê-lo ainda me provoca certos arrepios na espinha e faz o coração dar aquela aceleradinha básica. Mas não dói mais. E nem dá aquela sensação de profundo vazio quando você vai dormir. Acho que depois que tu aprende a separar sentimento de atração física (e olha que deu um trabalho danado!), a coisa fica mais fácil. Hoje eu sei disso. Mas penei muito para superar essa situação toda - foram muitas noites mal-dormidas, muitos choros no travesseiro, muito medo de não conseguir esquecer. Entretanto, como diria minha querida mãe, nada como um dia após o outro. O tempo sempre ajuda a curar as feridas!
O lado bom de tudo isso? Comprovar que ele é realmente um Príncipe, com P maiúsculo. Um cara do bem, que se preocupou comigo desde o início - mesmo sem ter culpa de nada - , que me deu força para ir atrás da minha felicidade e que, mesmo hoje, depois de tudo superado, não 'me abandonou' nem mudou o seu jeito em relação a mim. Descobri um cara bacana, um amigo querido - mesmo quando ele faz umas observações, perguntas e/ou elogios que me deixam sem a menor reação. Um cara meio doido, mulherengo, safadinho (!), mas de um coração e bondade enormes. E isso para mim não tem preço!
Sei que mais cedo ou mais tarde você vai acabar lendo esse post. Então, para que não reste dúvida: eu estou bem. De verdade mesmo. Aprendi contigo que, por mais que queiramos algo, se não for para ser, não será. Temos mais é que gostar de quem gosta da gente! Tenha a certeza de que torço muito para que encontre alguém que te faça feliz, da maneira que você merece. Uma hora a sortuda aparece, pode escrever!
PS.: Fique tranquilo: você continuará sendo o princípe mais gato, sexy e gostoso do mundo para mim, tá? Afinal, eu tenho um puta mal gosto! haha...
Te amo.
domingo, 20 de março de 2011
Desabafo
O mundo tem me cansado muito ultimamente. É tanta violência, tanto preconceito babaca, tanta intolerância, falso moralismo, hipocrisia, falta de respeito... Tanta gente sem nada na cabeça, sem nenhum ideal para acreditar e defender... Está difícil, muito difícil.
Você sai para trabalhar ou estudar e não sabe se vai voltar vivo para casa. Não existe mais lugar seguro; shopping, restaurante, banco, escola, loja, supermercado, qualquer lugar - seja na Zona Sul ou na Zona Leste – oferece riscos. Não há mais exceção. Bom, se nem em casa estamos a salvo, imaginem na rua...
Além desse tipo de violência (a armada), outro tipo dela também vem crescendo e se espalhando de uma maneira absurda e perigosa: aquela violência vinda através da intolerância, do preconceito, da discriminação (seja ela racial, sexual, religiosa e/ou social). Hoje nego mata por qualquer briguinha ou por mero desentendimento. Você me fechou no trânsito? Bala! Me olhou torto na rua? Bala! Gosta de uma banda X ou torce para o time rival? Bala! É homossexual? Bala! Cara, aonde é que nós vamos parar? Isso tudo vale realmente a pena? Será que não é mais permitido cada um ter suas preferências e ser feliz e, acima de tudo, respeitado por isso?
A tão sonhada ‘liberdade’ é algo cada dia mais distante e tem seu preço para ser alcançada. Estamos cada vez mais enterrados em nossas ‘bolhas particulares’. Se não nos trancamos em casa com medo de sermos seqüestrados ou assaltados - e assim corremos o risco disso de fato acontecer- também não temos coragem de sair por aí com a camisa do nosso time do coração ou temos vergonha de assumir que gostamos sim daquela banda que todos acham ruim. E o medo de sofrer algum tipo de represália? Meu Deus, isso lá é vida para alguém?
Sabe o que falta no mundo? Amor. Tolerância. Respeito. No dia em que o ser humano for capaz de amar, tolerar e respeitar, o mundo será bem diferente. Espero que o mundo se dê conta disso antes que seja tarde demais...
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
'O amor é o triunfo da imaginação sobre a inteligência. É assim que é o amor. E é assim que eu te amo. Sem entender nada. Mas imaginando tudo.'
Frase tirada da novela 'A lua me disse', exibida pela Rede Globo em 2005. Cena inesquecível do incrível Wagner Moura e a talentosa Adriana Esteves (o casal Heloísa e Gustavo).
Frase tirada da novela 'A lua me disse', exibida pela Rede Globo em 2005. Cena inesquecível do incrível Wagner Moura e a talentosa Adriana Esteves (o casal Heloísa e Gustavo).
domingo, 13 de fevereiro de 2011
A vida é mesmo muito louca. Como uma pessoa, que você conhece há menos de um mês, quase não fala com ela, de repente, numa conversa informal, te faz parar e reavaliar tanto o rumo que você está dando à sua vida? Juro que, num primeiro momento, fiquei realmente incomodada com essa situação. Como um estranho pode se ‘intrometer’ na minha vida e ainda se achar no direito de questionar as minhas decisões? Depois, com a cabeça mais fresca, percebi que as coisas, vistas de fora e por pessoas que aparentemente nada têm a ver com as suas escolhas pessoais, são mais fáceis de serem resolvidas.
Acredito que ele não tenha a menor idéia do quanto a nossa rápida conversa foi importante para mim. Pode ser que, por alguma razão, ele tenha surgido para me ajudar de certa maneira. Também pode ser que não; que ele tenha apenas dado o seu ponto de vista sem maiores pretensões e eu esteja viajando na maionese. Pode ser um milhão de outras coisas. Enfim, aguardemos as cenas do próximos capítulos...
Acredito que ele não tenha a menor idéia do quanto a nossa rápida conversa foi importante para mim. Pode ser que, por alguma razão, ele tenha surgido para me ajudar de certa maneira. Também pode ser que não; que ele tenha apenas dado o seu ponto de vista sem maiores pretensões e eu esteja viajando na maionese. Pode ser um milhão de outras coisas. Enfim, aguardemos as cenas do próximos capítulos...
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Loucura?
Alguma coisa, algo que não sei bem explicar, não está bem. Esse vazio é tão, tão grande... Uma sensação de estar sufocando, de não conseguir botar as idéias em alguma ordem que faça sentido... Sensação realmente estranha, talvez potencializada pelo barulho do violão ou pelos momentos (não poucos) de completa quietude. Não sei do que se trata, mas espero que passe logo. Parece que vou enlouquecer.
Assinar:
Postagens (Atom)
