terça-feira, 22 de novembro de 2011

Dia do Músico





Músicos não são simples mortais. São seres iluminados, evoluídos, abençoados, especiais. Músicos são artistas.
A capacidade de emocionar, de falar da vida, do amor e de tantas outras milhares de coisas e sentimentos é, no mínimo, fascinante. A idéia de fazer da música a sua própria razão de viver é o que me faz dar tanto valor à essa 'classe'.


Por tudo aquilo de bom que a música representa e por ser ela tão importante na minha vida, aí vai o meu parabéns e o meu muito obrigado a todos vocês (cantores, intérpretes, instrumentistas, maestros, arranjadores, compositores, produtores).


E um beijo especial ao Rafa, Dan, Guilherme, Matsu, Fê. Sou fã de vocês! De verdade.




PS.: Talvez, por amar tanto a música, meu destino seja casar com um músico. Deus queira! rs

terça-feira, 25 de outubro de 2011

E hoje é dia de Rafael Cortez, bebê!

Dia 25/10/2011. Hoje não é só mais um dia comum. Para muitos, hoje é aniversário do golfinho mais querido da TV brasileira. Para mim, hoje é aniversário de uma das pessoas mais importantes da minha vida: Rafael de Faria Cortez. Um cara incrível, de quem sou grande admiradora e por quem tenho um respeito enorme.

Que seu dia seja muito especial, querido. Muita saúde, muitas realizações e muita coragem, sempre. Você sabe o quanto representa na minha vida (e não é pouca coisa!). Te amo.

sábado, 1 de outubro de 2011

Dan Torres, meu príncipe inglês!

Foram sete anos de espera, ingressos comprados com quase três meses de antecedência e uma ansiedade que me consumia de forma inacreditável. E ontem, finalmente, o sonho se realizou: Dan Torres fez seu primeiro show solo aqui em São Paulo.

Lembro-me bem quando o ouvi pela primeira vez: era 2004, eu tinha 15 anos, ele participava do Fama 3 e a música era ‘Condição’ do Lulu Santos. Foi paixão à primeira ouvida – ainda mais porque nessa época ele ainda tinha um sotaque fortíssimo, o que, por si só, dava um charme todo especial à interpretação da música. Daí em diante virei fã dessa pessoa fantástica que ele é – e quem o conhece pessoalmente sabe do que estou falando. É tanta simplicidade e simpatia que quase não dá para acreditar. Isso fora a atenção, o carinho e a preocupação com seu público.

A música tem um papel fundamental na minha vida desde que me entendo por gente. Gosto de muita coisa, ouço diversos estilos musicais, conheço e até sou colega de alguns músicos e cantores, mas com o Dan é diferente. Poucas pessoas me emocionam tanto - musicalmente falando - como ele (e nessa lista incluo Maria e Rafael). Não é um sentimento que dê para explicar ou dimensionar; simplesmente sinto e isso me faz um bem enorme. Viver de música nesse país em que qualquer porcaria é classificada como ‘música’ é uma verdadeira arte. Não se render às exigências do mercado fonográfico, batalhar oportunidades, acreditar, não desistir mesmo com tantos e inúmeros obstáculos não é para qualquer um. Por tudo isso, por acreditar e tornar o sonho realidade é que ele tem todo o meu carinho e a minha admiração.

O show de ontem teve um significado muito especial para mim. Primeiro show solo dele aqui em Sampa (e numa casa conceituada como o Café Paon), lançamento do CD novo, fim de saudades de mais de um ano. E que show, meu Deus! Banda afinadíssima, músicas tocadas e interpretadas perfeitamente, set list irrepreensível. E aproveitando, peço licença aqui para duas pequenas observações. Primeira: as músicas novas foram lindas, mas o que foi ‘Billie Jean’, me diz? Perfeito! Fora as interpretações primorosas de Paul McCartney, Robbie Willians e Eric Clapton. Segunda observação: a estrela da noite era o Dan, mas Guilherme se superou nos solos de guitarra. O cara tava inspirado demais! (Tá, confesso que tenho lá minha 'quedinha' por ele, mas o cara arrasou mesmo! Haha).

Claro que a parte tiete falou alto e tive que ir ao camarim... Tremia tanto que pensei que fosse cair dura - um mico só! Mal consegui tirar uma foto – foram inúmeras tentativas, mas no final deu tudo certo. Os meninos da banda, além de músicos excelentes, são todos muito simpáticos e de um astral incrível. E para mim é assim: não é só o cantor e tal. A banda e seus integrantes fazem toda a diferença. Por isso faço questão, sempre, de cumprimentar cada um deles. Afinal, é um trabalho de equipe. Mesmo ficando só cinco minutos com eles, valeu a pena. Momentos assim não têm preço. 



Fim das contas: noite mágica com música de primeira. Ainda matei as saudades da minha gê querida e tive o imenso prazer de conhecer a Nilza e a Joana, duas fofas. Agradeço a Deus por noites como essa!

E que novembro chegue logo trazendo meu inglês e sua turma para as terras paulistanas de novo!


Dan, meu príncipe!

Gui, Junior e Giovanni - banda incrível!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Quem avisa amigo é...

Não sei bem o que anda acontecendo comigo nas últimas semanas. Se num dia estou tomada de uma alegria sem motivo, no outro sou invadida por uma tristeza sem fim. Ando irritada, estressada, mal-humorada, sem paciência, sem vontade de fazer nada – algo como uma TPM que não vai embora ou coisa do tipo. Tenho meus momentos de distração, as bebedeiras com os amigos, infinitas horas com as minhas músicas e, no entanto, nada parece acalmar meu coração. Vivo num estado de permanente agonia e num nível de ansiedade capazes de tirar qualquer mortal do sério - isso fora as insistentes crises de insônia. Falta pouco para surtar de vez!

Não sei ao certo se isso indica alguma mudança próxima, se é só uma fase ou se o meu inferno astral chegou mais cedo esse ano. De todo jeito, só para prevenir, um aviso: mantenha distância.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Felicidade

Pela primeira vez, durante todos esses meses, acho que pude, de fato, conhecê-lo. Nada idealizável, de poucos amigos, simples, desconhecido muitas vezes e mais de papo do que de exposição. Tê-lo inteirinho só para mim, ainda que por algumas horas, foi muito valioso. Cada palavra trocada, cada risada dada, cada bobagem dita, cada conselho recebido, tudo foi de extrema importância. Ter a certeza de que o carinho, o respeito, a torcida e a preocupação são realmente recíprocos, para mim, não tem preço. Acima de tudo, obrigada pela sinceridade - ela assusta um pouco, mas, muitas vezes, me traz de volta à realidade. 


Cada vez mais me orgulho e me sinto privilegiada por tê-lo em minha vida. Obrigada por existir e por iluminar todos os meus dias. Tem gente que passa a vida inteira buscando o que já construímos até aqui - uma relação bacana de confiança e bem-querer mútuos. Uma mistura maluca de amor de amigo, irmão, pai, homem... Não tem jeito; você é e será, para sempre, o grande amor da minha vida. Entender isso e seguir em frente, como graças a Deus tenho conseguido, é a maior prova de que 'já superei'. O sentimento continua forte aqui dentro, mas já não me desespera nem sufoca mais - simplesmente parei de lutar contra o imutável e aceitei o que as circunstâncias me ofereceram. E como têm sido melhor dessa maneira!


A paixão chega e arrasa com tudo. Leva embora a razão, a noção, deixa tudo confuso. O amor não; ele acalma, acolhe, entende, perdoa, renuncia, faz com que você queira ser uma pessoa melhor - em todos os sentidos. Depois daquela paixão platônica e arrebatadora, o que restou foi um amor profundo, bonito, verdadeiro e despido de qualquer pretensão.  É assim que eu te amo: querendo ver você feliz, realizado, pleno - e não exigindo nada em troca.




PS.: Sim, estou em busca da minha redenção...





quinta-feira, 18 de agosto de 2011

E agora, José?


Ele é exatamente aquele meu 'tipo ideal'. Moreno, inteligente, educadíssimo, responsável, bonito, de família, boa cabeça, bom papo. Nos conhecemos no Carnaval de 2009 e a afinidade foi recíproca logo de cara. Por conta da correria, quase nunca nos víamos, mas conversávamos quase todos os dias (santo MSN!). Em pouco tempo criamos uma amizade bacana – até então nunca tinha olhado para ele com outros olhos; era só amizade mesmo. Acho que, pessoalmente, nos vimos mais duas ou três vezes. A vida, doida como sempre, nos afastou por diversos motivos - correrias, desencontros de horários, etc. Mas, apesar da saudade e da distância, ele permaneceu na minha cabeça...

E ela, a vida – imprevisível e surpreendente como ela só – me deu uma alegria inesperada. Reencontrei-o numa balada, há alguns dias atrás. Para minha surpresa, fiquei mais feliz do que seria ‘razoável’ ficar com esse reencontro. Sabe quando o coração dá aquela balançada? Então...  No fim nem nos falamos muito; eu comemorava o aniversário da minha irmã; ele o aniversário de um amigo. O engraçado disso tudo é que eu raramente saio de balada (a Kitsch nem conta mais; faz meses que não apareço por lá) e, que eu saiba, ele também não é nenhum baladeiro de plantão. No entanto, fomos nos reencontrar justamente numa balada. Vai entender!

Agora cá estou eu, pensativa como sempre. Namorando ele não está – claro que já dei aquela checada básica. Se bem que isso não quer dizer nada também. O pior é que não sei o que vai pela cabeça dele (e isso, por si só, já é problema dos grandes). Juro que não estava a fim de me apaixonar, de namorar, me envolver, nada disso. Tava tão bem, puta merda. E agora isso. Faço o quê dessa minha vidinha emocional tão conturbadinha, me diz?