Sábado, mais de uma da manhã. Cazuza canta "Faz parte do meu show" nos meus fones pela enésima vez. Finjo que tá tudo bem, tudo sob controle, que ele não me afetou e que isso é ridículo. E é tudo meio maluco mesmo.
Será a história se repetindo?
sábado, 8 de novembro de 2014
sábado, 25 de outubro de 2014
Será?
Sabe aquelas borboletas no estômago? Coração batendo fora do compasso? Respiração acelerada? Aquele friozinho na barriga? Sintomas típicos de paixonite aguda?
Pois é, amigos... Será?
Pois é, amigos... Será?
domingo, 1 de junho de 2014
Ah, John...
Estou numa fase totalmente "in love" com o (incrível / delícia / sonho de consumo) John Mayer desde abril do ano passado. Claro que já conhecia as músicas dele de longa data, mas do nada decidi prestar mais atenção nesse cara. E pra quê, me diz? Paixão louca na certa!
Ouço John TODO santo dia - e não é força de expressão não. Posso estar triste, feliz, cansada, apaixonada, estressada e etc, que tá rolando música dele nos meus fones. O mais impressionante é que sempre tem uma música que traduz bem o meu estado de espírito em determinado momento. Daí fica bem difícil mudar de cantor na minha playlist...
Se tem uma coisa da qual me arrependo? Opa, resposta na ponta da língua: de não ter ido ao show que ele fez o ano passado aqui em São Paulo. Motivo? Realmente não sei. Não foi pelo preço, não foi por saber que estaria lotado; simplesmente não comprei o ingresso. E me arrependo amargamente disso - fui ou não uma completa idiota?!
Fico contando os dias pra volta dele aos palcos brasileiros feito uma louca (e sei que isso pode demorar um pouco, uma vez que ele não está mais fazendo turnês muito longas por conta do problema na garganta). Até cogitei ir pra fora do país para vê-lo, mas daí me lembro que sou uma mera estudante de Direito que têm que pagar a faculdade, as contas de casa... No fim me contento em assistir "Where The Light Is"pela milionésima vez e torcer pelo dia em que o verei pessoalmente (dia esse, diga-se de passagem, que será um dos mais especiais e inesquecíveis da minha vida, com certeza).
Pareço aquelas fanáticas super doentes e desocupadas escrevendo isso, né? Eu sei, mas longe disso, credo! É que John me tira do sério, minha gente... Já é parte integrante da minha vida como se fosse alguém da família, saca? Fora isso, ele canta perfeitamente, é um compositor nato e um dos melhores do mundo na minha opinião, toca incrivelmente e, cá pra nós, é um gato. Impossível resistir. Seguinte então, Mayer: volta logo, tá?
E, só para desencargo de consciência: saiba que eu lavo, passo, cozinho e adoro ouvir música. Se tiver a fim, estamos aí, ok baby?
terça-feira, 8 de abril de 2014
Tanto pra dizer...
Parando um pouco no meio da correria que a minha vida está apenas para agradecer. Sim, tenho MUITO o que agradecer!
Agradecer a Deus por me mostrar o melhor caminho, aos meus pais e minhas irmãs que estão incansavelmente ao meu lado (nas melhores e piores horas) e que são o meu porto seguro. À minha família querida por acreditar e torcer (ainda que de longe), à Nina, sobrinha linda que veio coroar esse ano decisivo e aos meus poucos e valiosos amigos que vibram a cada conquista e me dão ânimo para continuar - vocês são de extrema importância na minha vida!
Agradeço ainda aos amigos espirituais (sei que tem muita gente aí em cima que olha por mim!), aos novos colegas (que fizeram toda a diferença e que já se tornaram tão queridos) e ao pessoal do escritório (a torcida e a ajuda de vocês é essencial). E claro, à ele (que do jeito que é só dele) mostra que está comigo, independe de qualquer coisa - você sabe a dimensão e o que isso significa pra mim.
Mais uma vez a vida me mostra que, mais cedo ou mais tarde, as coisas acontecem - e que se a gente planta coisa boa vai colher coisa boa em dobro. Nada na vida da gente acontece sem um propósito e hoje, mais do que nunca, tenho a certeza disso. A caminhada não é fácil e têm dias que o cansaço e o stress batem forte, mas basta parar um pouco e ver tudo aquilo de incrível que já aconteceu e que ainda vai acontecer para ter a certeza de querer continuar. E eu não pretendo desistir!
Agradecer a Deus por me mostrar o melhor caminho, aos meus pais e minhas irmãs que estão incansavelmente ao meu lado (nas melhores e piores horas) e que são o meu porto seguro. À minha família querida por acreditar e torcer (ainda que de longe), à Nina, sobrinha linda que veio coroar esse ano decisivo e aos meus poucos e valiosos amigos que vibram a cada conquista e me dão ânimo para continuar - vocês são de extrema importância na minha vida!
Agradeço ainda aos amigos espirituais (sei que tem muita gente aí em cima que olha por mim!), aos novos colegas (que fizeram toda a diferença e que já se tornaram tão queridos) e ao pessoal do escritório (a torcida e a ajuda de vocês é essencial). E claro, à ele (que do jeito que é só dele) mostra que está comigo, independe de qualquer coisa - você sabe a dimensão e o que isso significa pra mim.
Mais uma vez a vida me mostra que, mais cedo ou mais tarde, as coisas acontecem - e que se a gente planta coisa boa vai colher coisa boa em dobro. Nada na vida da gente acontece sem um propósito e hoje, mais do que nunca, tenho a certeza disso. A caminhada não é fácil e têm dias que o cansaço e o stress batem forte, mas basta parar um pouco e ver tudo aquilo de incrível que já aconteceu e que ainda vai acontecer para ter a certeza de querer continuar. E eu não pretendo desistir!
sábado, 23 de novembro de 2013
Ele...
A vida é mesmo muito louca, não?
Estou há mais de 39 horas sem dormir. Sinto-me exausta, esgotada, sem forças pra nada - e o bendito sono não vem de jeito nenhum! Mas sabe quando a gente se sente completa como poucas vezes na vida? Pois é... Estou me sentindo assim hoje - e, caramba!, como é bom sentir essa plenitude!
É engraçado como as coisas acontecem no exato momento que têm que acontecer e como isso toma uma importância tão grande na nossa vida. Ainda estou "processando as coisas". É meio estranho, diferente, sei lá... Creio que por ter sido de forma tão natural é que resta claro o quanto é verdadeiro. Sem cobranças, sem forçar a barra, sem imposições, sem "viagens". Aconteceu (e vem acontecendo) porque houve (e há) reciprocidade de vontade por ambas as partes. Simples assim.
Tive certeza absoluta de que ele mudaria a minha vida antes mesmo da gente falar "oi, tudo bem?" na primeira vez que nos vimos. Foi algo surreal, sensorial, intuitivo; coisa de louco, mesmo. É estranho parar pra pensar e se dar conta que de lá pra cá já se passou um ano e oito meses - a impressão que tenho é que o conheço há anos; de outras vidas. A coisa toda rola com uma naturalidade tão incrível... E, mesmo com uma relação de pouco convívio (ainda que repleta de afeto), a verdade é que ele já se apropriou de um pedaço da minha vida que não tem mais volta, não tem como ignorar; é parte fundamental de quem sou hoje e ponto final.
O que mais me impressiona é o poder de me fazer bem que ele possui. Pode ser por trinta segundos, uma hora ou uma noite inteira; pode ser na correria, nas longas conversas regadas a cerveja ou num simples abraço; o fato é que saio outra pessoa depois de encontrá-lo. Que estranho poder é esse, meu Deus?
A maneira como ele me afeta ainda é um mistério que eu, por medo ou outro sentimento equivalente, não tenho coragem de desvendar - talvez por receio de "quebrar a magia" ou pelo simples medo de criar uma fantasia delirante. O fato é que meu coração transborda alegria e serenidade a cada novo encontro e o meu carinho, preocupação, torcida e gratidão só aumentam. É tanta coisa, tanto sentimento, nossa...
E, afinal, como explicar o inexplicável?
Tive certeza absoluta de que ele mudaria a minha vida antes mesmo da gente falar "oi, tudo bem?" na primeira vez que nos vimos. Foi algo surreal, sensorial, intuitivo; coisa de louco, mesmo. É estranho parar pra pensar e se dar conta que de lá pra cá já se passou um ano e oito meses - a impressão que tenho é que o conheço há anos; de outras vidas. A coisa toda rola com uma naturalidade tão incrível... E, mesmo com uma relação de pouco convívio (ainda que repleta de afeto), a verdade é que ele já se apropriou de um pedaço da minha vida que não tem mais volta, não tem como ignorar; é parte fundamental de quem sou hoje e ponto final.
O que mais me impressiona é o poder de me fazer bem que ele possui. Pode ser por trinta segundos, uma hora ou uma noite inteira; pode ser na correria, nas longas conversas regadas a cerveja ou num simples abraço; o fato é que saio outra pessoa depois de encontrá-lo. Que estranho poder é esse, meu Deus?
A maneira como ele me afeta ainda é um mistério que eu, por medo ou outro sentimento equivalente, não tenho coragem de desvendar - talvez por receio de "quebrar a magia" ou pelo simples medo de criar uma fantasia delirante. O fato é que meu coração transborda alegria e serenidade a cada novo encontro e o meu carinho, preocupação, torcida e gratidão só aumentam. É tanta coisa, tanto sentimento, nossa...
E, afinal, como explicar o inexplicável?
domingo, 4 de agosto de 2013
Fabiana Cozza
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| Foto: Celina Germer |
Ontem tive uma das experiências mais bonitas e emocionantes da minha vida: ir a um show de Fabiana Cozza. Já tinha ouvido uma ou outra coisa dela, mas nunca me aprofundei nem procurei saber mais a respeito. E como me arrependo disso: a mulher é uma diva!
O show de ontem foi gravado para se tornar um DVD em homenagem aos 70 anos de nascimento de Clara Nunes. A apresentação encantou e emocionou do início ao fim: até eu, que pouco sei sobre Clara, me senti transportada para um outro tempo. Fabiana toma conta do palco com maestria e propriedade de poucos; envolve e cativa a platéia com bom humor e carisma impressionantes. Isso, fora a performance vocal impecável e um trabalho corporal majestoso.
Entre tantos acertos, luz, cenografia e banda também merecem destaque. Tudo parecia extremamente afinado, coeso, alinhado. A plateia cantou junto desde a primeira canção; poucas vezes na vida vi um público tão caloroso e envolvido. Foi impossível não se render; Fabiana conseguiu me arrancar umas lágrimas - a própria cantora se emocionou várias vezes. Num espetáculo tão lindo de se ver e ouvir, não consegui encontrar um 'senão'. Não por acaso, ela foi aplaudida efusiva e recorrentemente ao longo do show.
A única coisa que me chateou foi não ter conseguido dar-lhe os parabéns pela noite mágica. Por conta de uma recente bronquite, a cantora achou melhor se preservar e não atender o público. Gostaria muito de dizer a ela o quanto o show foi maravilhoso - de longe um dos melhores da minha vida! - e que, sim, acabara de conquistar mais uma admiradora...
PS.: Muito obrigada pelo presente, Rafa. Foi, sem dúvidas, uma daquelas noites para se lembrar com carinho pra sempre.
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