sábado, 21 de outubro de 2017
domingo, 13 de setembro de 2015
E quando o certo não é (tão) certo e o errado não é tão errado assim?
Até que ponto devemos ir em nome da nossa felicidade ou realização? É justo fazermos algo, ainda que isso, de certa forma, prejudique alguém, só para ter aquela vontade realizada?
Pensei que soubesse a resposta (e, até a semana passada, ela seria "não, claro que não; a nossa realização não deve esbarrar na falta de respeito e consideração pelo outro"). Na prática tudo é fácil e tudo lindo, mas daí chega a vida, impiedosa como ela só, e te põe numa situação surreal que faz você questionar tal "verdade absoluta".
Me orgulho de ser uma pessoa que não deseja ou faz o mal para as outras pessoas (nem mesmo quando algumas delas imploram por isso). Veja, não estou dizendo que sou um anjo ou a Madre Teresa (longe disso, aliás!), mas aprendi que pessoas ruins acabam, cedo ou tarde, atraindo de volta tudo aquilo de ruim que fizeram ou desejaram para os outros. E na boa? Não quero isso pra minha vida não; já tenho tantas questões para me preocupar...
No entanto, sou humana, imperfeita e sim, também piso fora da linha. Sou suficientemente corajosa para assumir meus erros e não me arrepender de ter feito algo "não tão certinho assim" - coisa, eu sei, que não me tira a culpa e nem aquele sentimento de "é, não foi bacana, Bia". Sim, fiquei sem dormir, chorei horrores e me senti a última das criaturas. Sabe aquele aperto no peito? Uma merda... Mas, cá entre nós: estamos nesse mundo para evoluir, certo?
Pensei que soubesse a resposta (e, até a semana passada, ela seria "não, claro que não; a nossa realização não deve esbarrar na falta de respeito e consideração pelo outro"). Na prática tudo é fácil e tudo lindo, mas daí chega a vida, impiedosa como ela só, e te põe numa situação surreal que faz você questionar tal "verdade absoluta".
Me orgulho de ser uma pessoa que não deseja ou faz o mal para as outras pessoas (nem mesmo quando algumas delas imploram por isso). Veja, não estou dizendo que sou um anjo ou a Madre Teresa (longe disso, aliás!), mas aprendi que pessoas ruins acabam, cedo ou tarde, atraindo de volta tudo aquilo de ruim que fizeram ou desejaram para os outros. E na boa? Não quero isso pra minha vida não; já tenho tantas questões para me preocupar...
No entanto, sou humana, imperfeita e sim, também piso fora da linha. Sou suficientemente corajosa para assumir meus erros e não me arrepender de ter feito algo "não tão certinho assim" - coisa, eu sei, que não me tira a culpa e nem aquele sentimento de "é, não foi bacana, Bia". Sim, fiquei sem dormir, chorei horrores e me senti a última das criaturas. Sabe aquele aperto no peito? Uma merda... Mas, cá entre nós: estamos nesse mundo para evoluir, certo?
domingo, 4 de janeiro de 2015
Medo de (a) mar
Um mar de sentimentos nunca
antes explorados me invadiu naquele ínfimo momento em que nossos olhares se
cruzaram. Por longos meses eu lutei bravamente para não entrar nesse mar – e se
eu me afogasse? Tomei coragem, respirei fundo, subi na mais alta rocha, fechei
os olhos e saltei no meio do oceano. No começo eu afundei, engoli muita água,
sufoquei, perdi os sentidos, fui arremessada às pedras. Com o tempo, no
entanto, aprendi a relaxar e deixei que a correnteza me levasse de volta à
praia. E é nela que me encontro nesse momento: sentada na areia, admirando o
eterno vai e vem das ondas e me preparando para um novo salto. Sim, porque
apesar dos percalços e dos riscos envolvidos, eu aprendi que nadar, mesmo em
mar aberto, não é tão difícil assim.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Adeus ano velho - e que venha 2015!
Mais um ano chegando ao fim. E que ano, amigos!
Logo no comecinho de janeiro ganhei um presentão: minha sobrinha Nina, que vem despertando o melhor de mim desde então. Riqueza da minha vida! Junto com o nascimento dela tomei consciência de que é preciso "acordar pra vida": decidi voltar à faculdade. E fui realmente abençoada: além de cair numa sala onde todos são incrivelmente queridos, tive professores que me dão a certeza de que, sim, o Direito ainda vale à pena. Sala 14, teacher Ju: vocês são incríveis. Obrigada por tudo! Vamos time, a OAB nos aguarda!
Minhas amizades só se fortaleceram ao longo desse 2014. Fê (e sua família que eu gosto tanto!), Carol, Mi, Thathá: sou muito sortuda de tê-las ao meu lado. Vocês são parte de mim. Obrigada pela confiança, respeito, carinho, amor, preocupação, torcida, risadas, choros, shows, baladas, festas, viagens, loucuras, porres. Amo vocês. Mané, você sabe: tô na torcida. Sempre. Lí, Carol, Fê, irmãs queridas: vocês são simplesmente a minha base. Amo-as num tanto que não dá pra explicar ou dimensionar - vai muito além do aqui e do agora. Vamos juntas!
Esse ano assisti, da primeira fila (e pela segunda vez) o show de um dos meus maiores ídolos: Michael Bublé. Não existe palavra no mundo pra descrever o que foi ver o show dele de tão perto - mais um daqueles momentos inesquecíveis que levarei até o último dia de minha vida.
Completei 10 anos de trabalho no escritório. Uma vida, né? E, apesar de todo o stress, correria e cansaço, digo que têm sido válido. É tudo um eterno aprendizado...
Acho que nunca passei um ano tão apertado de grana. Noites sem dormir, preocupação com as contas, com a faculdade... Bem tenso. Isso fora os problemas com a família, doenças de pessoas queridas, questões mal-resolvidas... Mas se tem uma coisa que tenho certeza é de que nada acontece por acaso na nossa vida; acho que a gente só passa aquilo que têm que passar - ainda que a gente ache que é o fim, que não tem solução, que o cara lá de cima tenha esquecido da gente... Nada é à toa.
Engraçado ver que não me apaixonei nos últimos 12 meses - a não ser, claro, pelas mesmas pessoas de sempre. Eu e minha estranha mania de me re-apaixonar pelas mesmas pessoas... Cheguei até a me encantar com um ou outro, mas acho que cheguei num ponto que não me iludo por muito tempo. Cansei. Ou vai ver que amadureci de vez. Mas quem sabe o dia de amanhã, não é mesmo?
Apesar de ser um ano difícil, foi um dos melhores da minha vida, sem dúvida. Conheci pessoas fantásticas (Lucas, Victor, Rapha, Fê: o Deu Branco foi umas melhores coisas desse ano. Obrigada pelos sorrisos e por tudo o mais!), fui a muitos shows, estudei e trabalhei pra caramba, viajei pra minha Cidade Maravilhosa, fortaleci amizades e laços com pessoas que amo. Só tenho a agradecer. E fazer com que 2015 seja ainda especial, pois, como bem disse Cazuza, o tempo não pára!
Logo no comecinho de janeiro ganhei um presentão: minha sobrinha Nina, que vem despertando o melhor de mim desde então. Riqueza da minha vida! Junto com o nascimento dela tomei consciência de que é preciso "acordar pra vida": decidi voltar à faculdade. E fui realmente abençoada: além de cair numa sala onde todos são incrivelmente queridos, tive professores que me dão a certeza de que, sim, o Direito ainda vale à pena. Sala 14, teacher Ju: vocês são incríveis. Obrigada por tudo! Vamos time, a OAB nos aguarda!
Minhas amizades só se fortaleceram ao longo desse 2014. Fê (e sua família que eu gosto tanto!), Carol, Mi, Thathá: sou muito sortuda de tê-las ao meu lado. Vocês são parte de mim. Obrigada pela confiança, respeito, carinho, amor, preocupação, torcida, risadas, choros, shows, baladas, festas, viagens, loucuras, porres. Amo vocês. Mané, você sabe: tô na torcida. Sempre. Lí, Carol, Fê, irmãs queridas: vocês são simplesmente a minha base. Amo-as num tanto que não dá pra explicar ou dimensionar - vai muito além do aqui e do agora. Vamos juntas!
Esse ano assisti, da primeira fila (e pela segunda vez) o show de um dos meus maiores ídolos: Michael Bublé. Não existe palavra no mundo pra descrever o que foi ver o show dele de tão perto - mais um daqueles momentos inesquecíveis que levarei até o último dia de minha vida.
Completei 10 anos de trabalho no escritório. Uma vida, né? E, apesar de todo o stress, correria e cansaço, digo que têm sido válido. É tudo um eterno aprendizado...
Acho que nunca passei um ano tão apertado de grana. Noites sem dormir, preocupação com as contas, com a faculdade... Bem tenso. Isso fora os problemas com a família, doenças de pessoas queridas, questões mal-resolvidas... Mas se tem uma coisa que tenho certeza é de que nada acontece por acaso na nossa vida; acho que a gente só passa aquilo que têm que passar - ainda que a gente ache que é o fim, que não tem solução, que o cara lá de cima tenha esquecido da gente... Nada é à toa.
Engraçado ver que não me apaixonei nos últimos 12 meses - a não ser, claro, pelas mesmas pessoas de sempre. Eu e minha estranha mania de me re-apaixonar pelas mesmas pessoas... Cheguei até a me encantar com um ou outro, mas acho que cheguei num ponto que não me iludo por muito tempo. Cansei. Ou vai ver que amadureci de vez. Mas quem sabe o dia de amanhã, não é mesmo?
Apesar de ser um ano difícil, foi um dos melhores da minha vida, sem dúvida. Conheci pessoas fantásticas (Lucas, Victor, Rapha, Fê: o Deu Branco foi umas melhores coisas desse ano. Obrigada pelos sorrisos e por tudo o mais!), fui a muitos shows, estudei e trabalhei pra caramba, viajei pra minha Cidade Maravilhosa, fortaleci amizades e laços com pessoas que amo. Só tenho a agradecer. E fazer com que 2015 seja ainda especial, pois, como bem disse Cazuza, o tempo não pára!
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Deu Branco Cenas Improvisadas
A vida é realmente muito doida. Quando decidi ir assistir ao Deu Branco pela primeira vez (logo na estreia da temporada no Teatro Folha, em setembro), não esperava muita coisa – afinal, o que não falta hoje em dia é grupo de improviso e stand-up comedy. Pois é, mas bastou vê-los em cima do palco para me encantar e mudar logo de opinião. Fiquei impressionada com a rapidez, afinidade, inteligência e coesão dos quatro (até então quase desconhecidos pra mim).
Depois de nove apresentações (incluindo Rio e Campinas) e quase mil quilômetros rodados, posso afirmar, com certeza: os caras são foda! Fiquei viciada! Além de artistas super talentosos, são pessoas queridas e extremamente cativantes - cada um à sua maneira. Obrigada Rapha, Thiré, Lamoglia e Lucas por todas as risadas, conversas, paciência, carinho e atenção em todas as vezes em que nos encontramos ao longo desses meses. Saibam que vocês têm todo o meu respeito e torcida!
O que muita gente desconhece ou não dá a menor importância é que, para que os meninos brilhem, há muita gente correndo para que tudo saia perfeitamente - e sei o quanto esse trabalho é estressante e exaustivo. Conheço muita gente nessa área de produção e staff e nunca, sem exagero, vi uma equipe tão afinada quanto a dos meninos - pelo menos vendo de fora parece que o clima é ótimo!
Além da simpatia e boa vontade de todos, o que mais me chamou a atenção foi o fato de ser sempre muito bem tratada, todas as vezes. Num mundo onde até o produtor/empresário quer aparecer mais que o próprio artista, essa atitude é digna de reconhecimento. Parabéns à vocês! E muito obrigada por tudo, Bárbara, Camila, Fernando e Rodrigo. Os meninos têm realmente muita sorte de ter uma equipe tão bacana trabalhando com eles. Que a parceria dure bastante!
Depois de nove apresentações (incluindo Rio e Campinas) e quase mil quilômetros rodados, posso afirmar, com certeza: os caras são foda! Fiquei viciada! Além de artistas super talentosos, são pessoas queridas e extremamente cativantes - cada um à sua maneira. Obrigada Rapha, Thiré, Lamoglia e Lucas por todas as risadas, conversas, paciência, carinho e atenção em todas as vezes em que nos encontramos ao longo desses meses. Saibam que vocês têm todo o meu respeito e torcida!
O que muita gente desconhece ou não dá a menor importância é que, para que os meninos brilhem, há muita gente correndo para que tudo saia perfeitamente - e sei o quanto esse trabalho é estressante e exaustivo. Conheço muita gente nessa área de produção e staff e nunca, sem exagero, vi uma equipe tão afinada quanto a dos meninos - pelo menos vendo de fora parece que o clima é ótimo!
Além da simpatia e boa vontade de todos, o que mais me chamou a atenção foi o fato de ser sempre muito bem tratada, todas as vezes. Num mundo onde até o produtor/empresário quer aparecer mais que o próprio artista, essa atitude é digna de reconhecimento. Parabéns à vocês! E muito obrigada por tudo, Bárbara, Camila, Fernando e Rodrigo. Os meninos têm realmente muita sorte de ter uma equipe tão bacana trabalhando com eles. Que a parceria dure bastante!
sábado, 8 de novembro de 2014
Déjà vu?
Sábado, mais de uma da manhã. Cazuza canta "Faz parte do meu show" nos meus fones pela enésima vez. Finjo que tá tudo bem, tudo sob controle, que ele não me afetou e que isso é ridículo. E é tudo meio maluco mesmo.
Será a história se repetindo?
Será a história se repetindo?
sábado, 25 de outubro de 2014
Será?
Sabe aquelas borboletas no estômago? Coração batendo fora do compasso? Respiração acelerada? Aquele friozinho na barriga? Sintomas típicos de paixonite aguda?
Pois é, amigos... Será?
Pois é, amigos... Será?
domingo, 1 de junho de 2014
Ah, John...
Estou numa fase totalmente "in love" com o (incrível / delícia / sonho de consumo) John Mayer desde abril do ano passado. Claro que já conhecia as músicas dele de longa data, mas do nada decidi prestar mais atenção nesse cara. E pra quê, me diz? Paixão louca na certa!
Ouço John TODO santo dia - e não é força de expressão não. Posso estar triste, feliz, cansada, apaixonada, estressada e etc, que tá rolando música dele nos meus fones. O mais impressionante é que sempre tem uma música que traduz bem o meu estado de espírito em determinado momento. Daí fica bem difícil mudar de cantor na minha playlist...
Se tem uma coisa da qual me arrependo? Opa, resposta na ponta da língua: de não ter ido ao show que ele fez o ano passado aqui em São Paulo. Motivo? Realmente não sei. Não foi pelo preço, não foi por saber que estaria lotado; simplesmente não comprei o ingresso. E me arrependo amargamente disso - fui ou não uma completa idiota?!
Fico contando os dias pra volta dele aos palcos brasileiros feito uma louca (e sei que isso pode demorar um pouco, uma vez que ele não está mais fazendo turnês muito longas por conta do problema na garganta). Até cogitei ir pra fora do país para vê-lo, mas daí me lembro que sou uma mera estudante de Direito que têm que pagar a faculdade, as contas de casa... No fim me contento em assistir "Where The Light Is"pela milionésima vez e torcer pelo dia em que o verei pessoalmente (dia esse, diga-se de passagem, que será um dos mais especiais e inesquecíveis da minha vida, com certeza).
Pareço aquelas fanáticas super doentes e desocupadas escrevendo isso, né? Eu sei, mas longe disso, credo! É que John me tira do sério, minha gente... Já é parte integrante da minha vida como se fosse alguém da família, saca? Fora isso, ele canta perfeitamente, é um compositor nato e um dos melhores do mundo na minha opinião, toca incrivelmente e, cá pra nós, é um gato. Impossível resistir. Seguinte então, Mayer: volta logo, tá?
E, só para desencargo de consciência: saiba que eu lavo, passo, cozinho e adoro ouvir música. Se tiver a fim, estamos aí, ok baby?
terça-feira, 8 de abril de 2014
Tanto pra dizer...
Parando um pouco no meio da correria que a minha vida está apenas para agradecer. Sim, tenho MUITO o que agradecer!
Agradecer a Deus por me mostrar o melhor caminho, aos meus pais e minhas irmãs que estão incansavelmente ao meu lado (nas melhores e piores horas) e que são o meu porto seguro. À minha família querida por acreditar e torcer (ainda que de longe), à Nina, sobrinha linda que veio coroar esse ano decisivo e aos meus poucos e valiosos amigos que vibram a cada conquista e me dão ânimo para continuar - vocês são de extrema importância na minha vida!
Agradeço ainda aos amigos espirituais (sei que tem muita gente aí em cima que olha por mim!), aos novos colegas (que fizeram toda a diferença e que já se tornaram tão queridos) e ao pessoal do escritório (a torcida e a ajuda de vocês é essencial). E claro, à ele (que do jeito que é só dele) mostra que está comigo, independe de qualquer coisa - você sabe a dimensão e o que isso significa pra mim.
Mais uma vez a vida me mostra que, mais cedo ou mais tarde, as coisas acontecem - e que se a gente planta coisa boa vai colher coisa boa em dobro. Nada na vida da gente acontece sem um propósito e hoje, mais do que nunca, tenho a certeza disso. A caminhada não é fácil e têm dias que o cansaço e o stress batem forte, mas basta parar um pouco e ver tudo aquilo de incrível que já aconteceu e que ainda vai acontecer para ter a certeza de querer continuar. E eu não pretendo desistir!
Agradecer a Deus por me mostrar o melhor caminho, aos meus pais e minhas irmãs que estão incansavelmente ao meu lado (nas melhores e piores horas) e que são o meu porto seguro. À minha família querida por acreditar e torcer (ainda que de longe), à Nina, sobrinha linda que veio coroar esse ano decisivo e aos meus poucos e valiosos amigos que vibram a cada conquista e me dão ânimo para continuar - vocês são de extrema importância na minha vida!
Agradeço ainda aos amigos espirituais (sei que tem muita gente aí em cima que olha por mim!), aos novos colegas (que fizeram toda a diferença e que já se tornaram tão queridos) e ao pessoal do escritório (a torcida e a ajuda de vocês é essencial). E claro, à ele (que do jeito que é só dele) mostra que está comigo, independe de qualquer coisa - você sabe a dimensão e o que isso significa pra mim.
Mais uma vez a vida me mostra que, mais cedo ou mais tarde, as coisas acontecem - e que se a gente planta coisa boa vai colher coisa boa em dobro. Nada na vida da gente acontece sem um propósito e hoje, mais do que nunca, tenho a certeza disso. A caminhada não é fácil e têm dias que o cansaço e o stress batem forte, mas basta parar um pouco e ver tudo aquilo de incrível que já aconteceu e que ainda vai acontecer para ter a certeza de querer continuar. E eu não pretendo desistir!
sábado, 23 de novembro de 2013
Ele...
A vida é mesmo muito louca, não?
Estou há mais de 39 horas sem dormir. Sinto-me exausta, esgotada, sem forças pra nada - e o bendito sono não vem de jeito nenhum! Mas sabe quando a gente se sente completa como poucas vezes na vida? Pois é... Estou me sentindo assim hoje - e, caramba!, como é bom sentir essa plenitude!
É engraçado como as coisas acontecem no exato momento que têm que acontecer e como isso toma uma importância tão grande na nossa vida. Ainda estou "processando as coisas". É meio estranho, diferente, sei lá... Creio que por ter sido de forma tão natural é que resta claro o quanto é verdadeiro. Sem cobranças, sem forçar a barra, sem imposições, sem "viagens". Aconteceu (e vem acontecendo) porque houve (e há) reciprocidade de vontade por ambas as partes. Simples assim.
Tive certeza absoluta de que ele mudaria a minha vida antes mesmo da gente falar "oi, tudo bem?" na primeira vez que nos vimos. Foi algo surreal, sensorial, intuitivo; coisa de louco, mesmo. É estranho parar pra pensar e se dar conta que de lá pra cá já se passou um ano e oito meses - a impressão que tenho é que o conheço há anos; de outras vidas. A coisa toda rola com uma naturalidade tão incrível... E, mesmo com uma relação de pouco convívio (ainda que repleta de afeto), a verdade é que ele já se apropriou de um pedaço da minha vida que não tem mais volta, não tem como ignorar; é parte fundamental de quem sou hoje e ponto final.
O que mais me impressiona é o poder de me fazer bem que ele possui. Pode ser por trinta segundos, uma hora ou uma noite inteira; pode ser na correria, nas longas conversas regadas a cerveja ou num simples abraço; o fato é que saio outra pessoa depois de encontrá-lo. Que estranho poder é esse, meu Deus?
A maneira como ele me afeta ainda é um mistério que eu, por medo ou outro sentimento equivalente, não tenho coragem de desvendar - talvez por receio de "quebrar a magia" ou pelo simples medo de criar uma fantasia delirante. O fato é que meu coração transborda alegria e serenidade a cada novo encontro e o meu carinho, preocupação, torcida e gratidão só aumentam. É tanta coisa, tanto sentimento, nossa...
E, afinal, como explicar o inexplicável?
Tive certeza absoluta de que ele mudaria a minha vida antes mesmo da gente falar "oi, tudo bem?" na primeira vez que nos vimos. Foi algo surreal, sensorial, intuitivo; coisa de louco, mesmo. É estranho parar pra pensar e se dar conta que de lá pra cá já se passou um ano e oito meses - a impressão que tenho é que o conheço há anos; de outras vidas. A coisa toda rola com uma naturalidade tão incrível... E, mesmo com uma relação de pouco convívio (ainda que repleta de afeto), a verdade é que ele já se apropriou de um pedaço da minha vida que não tem mais volta, não tem como ignorar; é parte fundamental de quem sou hoje e ponto final.
O que mais me impressiona é o poder de me fazer bem que ele possui. Pode ser por trinta segundos, uma hora ou uma noite inteira; pode ser na correria, nas longas conversas regadas a cerveja ou num simples abraço; o fato é que saio outra pessoa depois de encontrá-lo. Que estranho poder é esse, meu Deus?
A maneira como ele me afeta ainda é um mistério que eu, por medo ou outro sentimento equivalente, não tenho coragem de desvendar - talvez por receio de "quebrar a magia" ou pelo simples medo de criar uma fantasia delirante. O fato é que meu coração transborda alegria e serenidade a cada novo encontro e o meu carinho, preocupação, torcida e gratidão só aumentam. É tanta coisa, tanto sentimento, nossa...
E, afinal, como explicar o inexplicável?
domingo, 4 de agosto de 2013
Fabiana Cozza
![]() |
| Foto: Celina Germer |
Ontem tive uma das experiências mais bonitas e emocionantes da minha vida: ir a um show de Fabiana Cozza. Já tinha ouvido uma ou outra coisa dela, mas nunca me aprofundei nem procurei saber mais a respeito. E como me arrependo disso: a mulher é uma diva!
O show de ontem foi gravado para se tornar um DVD em homenagem aos 70 anos de nascimento de Clara Nunes. A apresentação encantou e emocionou do início ao fim: até eu, que pouco sei sobre Clara, me senti transportada para um outro tempo. Fabiana toma conta do palco com maestria e propriedade de poucos; envolve e cativa a platéia com bom humor e carisma impressionantes. Isso, fora a performance vocal impecável e um trabalho corporal majestoso.
Entre tantos acertos, luz, cenografia e banda também merecem destaque. Tudo parecia extremamente afinado, coeso, alinhado. A plateia cantou junto desde a primeira canção; poucas vezes na vida vi um público tão caloroso e envolvido. Foi impossível não se render; Fabiana conseguiu me arrancar umas lágrimas - a própria cantora se emocionou várias vezes. Num espetáculo tão lindo de se ver e ouvir, não consegui encontrar um 'senão'. Não por acaso, ela foi aplaudida efusiva e recorrentemente ao longo do show.
A única coisa que me chateou foi não ter conseguido dar-lhe os parabéns pela noite mágica. Por conta de uma recente bronquite, a cantora achou melhor se preservar e não atender o público. Gostaria muito de dizer a ela o quanto o show foi maravilhoso - de longe um dos melhores da minha vida! - e que, sim, acabara de conquistar mais uma admiradora...
PS.: Muito obrigada pelo presente, Rafa. Foi, sem dúvidas, uma daquelas noites para se lembrar com carinho pra sempre.
domingo, 2 de junho de 2013
A hora é agora!
"Tanto pra dizer, que o pensamento me calou a voz..."
São tantas as coisas, tantos os acontecimentos, tantas as mudanças, tantas as vontades... Há também um certo medo, um temor pelo desconhecido, mas há muita vontade, muita coragem e uma certeza (quase absoluta) de que esse é o caminho, de que é a coisa certa a se fazer.
Então vamos lá: arregaçar as mangas, sair do comodismo, engolir o medo, bater no peito, erguer a cabeça, lutar por aquilo que se acredita. A hora é agora!
São tantas as coisas, tantos os acontecimentos, tantas as mudanças, tantas as vontades... Há também um certo medo, um temor pelo desconhecido, mas há muita vontade, muita coragem e uma certeza (quase absoluta) de que esse é o caminho, de que é a coisa certa a se fazer.
Então vamos lá: arregaçar as mangas, sair do comodismo, engolir o medo, bater no peito, erguer a cabeça, lutar por aquilo que se acredita. A hora é agora!
domingo, 28 de abril de 2013
domingo, 4 de novembro de 2012
Preferidos queridos
Falar dos meus meninos sem parecer maluca, repetitiva ou
exagerada é tarefa das mais difíceis. Venho ensaiando esse texto há algum tempo
e acho que o momento certo de publicá-lo é esse. Vamos lá...
Tudo começou em fevereiro desse ano. Mexendo na internet e
conversando com uma amiga, decidi, de repente, ir a um show do quinteto
paulistano 5 a Seco. Já tinha ouvido falar muito bem desses meninos e resolvi
conferir de perto. Comprei os ingressos para o show de lançamento do DVD ‘5 a
Seco no Auditório Ibirapuera’ sem grandes expectativas, mas bastante curiosa para
ver e ouvir o som deles. Mal sabia o quanto aquele domingo, 25 de março,
marcaria a minha vida! Sabe paixão à primeira ‘ouvida’? Pois bem, foi
exatamente assim. A alegria, a atmosfera envolvente, a energia positiva que
encontrei em cima daquele palco foi algo impressionante. E um desses garotos, em
especial, me chamou atenção: Pedro Altério. Não consegui desgrudar os olhos
desse menino o show inteiro; parecia feitiço! Depois da apresentação fomos cumprimentá-los
e, todos, sem exceção, foram extremamente simpáticos e atenciosos. Na hora de
falar com o Pedro, o coração parecia querer sair da boca - estava me sentindo
uma adolescente histérica diante do ídolo amado. Mas o que mais me deixava
nervosa era o fato daquela ser a primeira vez que eu falaria com ele, ou seja,
eu não era fã dele até aquele momento, logo, não tinha motivos para estar
naquele estado. A forma carinhosa e simples que ele conversou comigo (como se
fôssemos amigos de infância!) me deu a certeza de que ele mudaria a minha vida.
Dito e feito.
Alguns dias depois, assistindo alguns vídeos dele no
Youtube, encontrei um em que ele se apresentava com um loirinho ao piano, na
Praça Victor Civita, aqui em Sampa. A música era ‘Venda Vã’ e foi ‘paixão à
primeira ouvida - parte II’. O jeito que aquele cara tocava piano me
impressionou a tal ponto que eu passei o resto da madrugada assistindo todos os
vídeos deles juntos. De tanto fuçar, descobri de quem se tratava: Bruno Piazza.
Deixei um recado elogiando o trabalho deles no Facebook do Bruno e, para minha
surpresa, ele respondeu de maneira tão humilde que aquilo ficou marcado pra
mim. Nos encontramos numa gravação na Casa das Caldeiras para o Música de Graça
da Dani Gurgel, mas fiquei com vergonha de me apresentar e só comentei com ele
algum tempo depois. Uns dias depois disso, ele me disse que se apresentaria
junto com o Juca Chuquer no Café Piu-Piu e brincou que a gente tinha que deixar
de ser só ‘amigo virtual’ e se conhecer na vida real. E assim foi: depois de
meses de contato essencialmente virtual, finalmente conheci o Bruno
pessoalmente.
De lá pra cá foram muitos shows de ambos; Pedro com o 5 a
Seco, na peça Cambaio e em canjas com os amigos; Bruno com o grupo Dalai, com o Juca, Paulinho Novaes, Bruna Moraes. Shows
longe (conheci São Paulo com a turnê dos CEUs!), em outros municípios;
apresentações históricas como as do Cine Jóia, no Tom Jazz, no Café Piu-Piu, nos
Sescs; em lugares esquisitos (!), em todos
os dias da semana. E assim, aos poucos, fui conhecendo e me encantando com cada
um deles.
Pedro, meu anjo...Tão fácil gostar dele... Um cara solar,
alegre, falante (nossa, como fala!), engraçado, atencioso, atrapalhado, ansioso...
Carismático e cativante como ninguém, tem o poder de me fazer feliz com um
simples abraço. E possui o título de solteiro mais cobiçado da nova MPB! Um
talento nato, inovador, que faz letras e melodias incríveis, mas que não foge
às suas origens.
Bruno, meu gentleman... Dono de um charme tímido, é um cara
sério, solícito, preocupado, super educado, generoso, inteligente, reservado e humilde
como poucos. Muito parecido comigo no jeito de ser - talvez seja esse o principal
motivo da nossa empatia tão imediata. Uma pessoa que transmite luz, serenidade
e sabedoria com um simples olhar. Alguém tão positivo que dá vontade de colocar
num potinho e trazer para casa, sabe? Um talento único e singular;
é o refinamento em pessoa.
Colocar em palavras a importância que eles dois têm na minha
vida é coisa quase impossível. Por mais que eu repita e que eles estejam
cansados de saber, acho que nunca é demais demonstrar e agradecer. Passei por
uns momentos bem conturbados nos últimos dois anos e eles tiveram importância
fundamental para que eu conseguisse virar a página e seguisse em frente. E eles
fizeram isso da maneira mais bonita: através da música.
Fico feliz e me sinto imensamente honrada em conviver, ainda
que minimamente, com pessoas tão especiais feito eles. Considero-me uma menina
de muita sorte pelo simples fato do meu caminho ter cruzado o de ambos – e sei
que não foi à toa. Bem como disse Dani Black, ‘tem tanta coisa nessa vida que
não se pode entender’... O carinho, a preocupação e a admiração que sinto por
eles é enorme, assim como o meu orgulho e a minha torcida. Obrigada por tudo;
por iluminarem todos os meus dias, por me devolverem a alegria de viver, e
acima de tudo, por me devolverem a própria vida. Serei eternamente grata por
isso. Desejo toda a felicidade, a realização e o sucesso do mundo a vocês,
preferidos. Os meus preferidos queridos.
Com amor,
Bia
domingo, 16 de setembro de 2012
A gente chega lá
E quando você acha que está totalmente vacinada, a vida vem, bagunça todos os seus sentimentos, confunde todas as tuas convicções, lhe aponta o dedo na cara e solta uma sonora gargalhada. É amigo, a vida é assim. Mas uma coisa eu aprendi: nada é à toa ou acontece por acaso. Sofrer por antecipação ou não investir por medo de sofrer e quebrar a cara não te leva a nada. Permita-se. Sinta. Acredite. Viva. Se não der certo, paciência. Você tem o resto da vida para continuar tentando. Uma hora acontece!
sábado, 7 de abril de 2012
E com vocês, 5 a Seco!
Esqueça todo e qualquer pré-conceito de boa música executada
por promissores caras. Esqueça os rostinhos bonitinhos ou aquela já manjada
pretensão de romper com aquilo tudo o que você está acostumado. Concentre-se
apenas na idéia de boa música popular brasileira contemporânea executada, ainda
que de forma aparentemente despretensiosa, por um quinteto paulistano. É aí que
entra o 5 a Seco.
Formado por Tó Brandileone, Vinícius Calderoni, Pedro
Altério, Léo Bianchini e Pedro Viáfora, o 5 a Seco é um belo exemplo de que a
música brasileira ainda consegue surpreender e se reinventar. Em menos de três
anos – a banda foi criada em 2009 e contava com Dani Black, hoje substituído por
Léo – eles lotam as casas de espetáculos por onde se apresentam, com ingressos
esgotados com semanas de antecedência e arrebatam milhares de fãs e
simpatizantes por onde passam. Na casa dos vinte e poucos anos, os meninos inovam ao fugir do
convencional – não existe um líder ou vocalista principal – todos cantam,
tocam, escrevem as letras, criam as melodias. Em cima do palco figuram cinco e
talentosos protagonistas. Num formato intimista e com uma presença de palco
incríveis, eles revezam-se nos vocais e instrumentos durante o show. Show,
diga-se de passagem, muito bem montado. De cenário simples (que conta apenas
com varais iluminados que servem de apoio para a troca dos instrumentos) a
apresentação emociona, impressiona, alegra, contagia. Com músicas ora alegres e
divertidas (exemplo de Gargalhadas, Feliz pra Cachorro e Se toca), ora mais sentimentalistas
(tais como Pra Você Dar o Nome, Mesmo Quando a Boca Cala e Deixe Estar) ou
ainda as que falam do cotidiano e suas relações (como Tempo Morto, Ou Não,
Abrindo a Porta e Vou Mandar Pastar), o show surpreende e supera as expectativas pela alta qualidade
musical – seja pelas letras elaboradas (tem cada pedrada!), seja pelos arranjos
e melodias tão bem exploradas e executadas. A verdade é que os caras, além de
ótimos cantores, são também excelentes e respeitados músicos.
Um grupo onde o talento individual contribui para que o
talento coletivo seja harmônico, coeso, afinado, refinado, único. Um grupo
criativo, inventivo, diferente, instigante, viciante, vitorioso. Um grupo que
tem a calma e a serenidade do Vinícius, o charme e as caretas do Léo, a
simpatia e o alto-astral do Altério, a educação e a meiguice do Tó, a alegria e
o carisma do Viáfora. Apaixonei.
Desejo-lhes mais sorte, mais sucesso, mais conquistas, mais desafios.
Vida longa! E muita música, sempre!
Da mais nova fã e integrante da ‘Família A Seco’,
Bia
![]() |
| Da esquerda para a direita: Pedro Altério, Léo, Tó, Pedro Viáfora e Vinícius |
PS: Pra quem quiser conhecer mais o trabalho do grupo, segue o link para o site deles: http://www.5aseco.com.br/
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Dia do Músico
Músicos não são simples mortais. São seres iluminados, evoluídos, abençoados, especiais. Músicos são artistas.
A capacidade de emocionar, de falar da vida, do amor e de tantas outras milhares de coisas e sentimentos é, no mínimo, fascinante. A idéia de fazer da música a sua própria razão de viver é o que me faz dar tanto valor à essa 'classe'.
Por tudo aquilo de bom que a música representa e por ser ela tão importante na minha vida, aí vai o meu parabéns e o meu muito obrigado a todos vocês (cantores, intérpretes, instrumentistas, maestros, arranjadores, compositores, produtores).
E um beijo especial ao Rafa, Dan, Guilherme, Matsu, Fê. Sou fã de vocês! De verdade.
PS.: Talvez, por amar tanto a música, meu destino seja casar com um músico. Deus queira! rs
terça-feira, 25 de outubro de 2011
E hoje é dia de Rafael Cortez, bebê!
Dia 25/10/2011. Hoje não é só mais um dia comum. Para muitos, hoje é aniversário do golfinho mais querido da TV brasileira. Para mim, hoje é aniversário de uma das pessoas mais importantes da minha vida: Rafael de Faria Cortez. Um cara incrível, de quem sou grande admiradora e por quem tenho um respeito enorme.
Que seu dia seja muito especial, querido. Muita saúde, muitas realizações e muita coragem, sempre. Você sabe o quanto representa na minha vida (e não é pouca coisa!). Te amo.
Que seu dia seja muito especial, querido. Muita saúde, muitas realizações e muita coragem, sempre. Você sabe o quanto representa na minha vida (e não é pouca coisa!). Te amo.
sábado, 1 de outubro de 2011
Dan Torres, meu príncipe inglês!
Foram sete anos de espera, ingressos comprados com quase três meses de antecedência e uma ansiedade que me consumia de forma inacreditável. E ontem, finalmente, o sonho se realizou: Dan Torres fez seu primeiro show solo aqui em São Paulo.
Lembro-me bem quando o ouvi pela primeira vez: era 2004, eu tinha 15 anos, ele participava do Fama 3 e a música era ‘Condição’ do Lulu Santos. Foi paixão à primeira ouvida – ainda mais porque nessa época ele ainda tinha um sotaque fortíssimo, o que, por si só, dava um charme todo especial à interpretação da música. Daí em diante virei fã dessa pessoa fantástica que ele é – e quem o conhece pessoalmente sabe do que estou falando. É tanta simplicidade e simpatia que quase não dá para acreditar. Isso fora a atenção, o carinho e a preocupação com seu público.
A música tem um papel fundamental na minha vida desde que me entendo por gente. Gosto de muita coisa, ouço diversos estilos musicais, conheço e até sou colega de alguns músicos e cantores, mas com o Dan é diferente. Poucas pessoas me emocionam tanto - musicalmente falando - como ele (e nessa lista incluo Maria e Rafael). Não é um sentimento que dê para explicar ou dimensionar; simplesmente sinto e isso me faz um bem enorme. Viver de música nesse país em que qualquer porcaria é classificada como ‘música’ é uma verdadeira arte. Não se render às exigências do mercado fonográfico, batalhar oportunidades, acreditar, não desistir mesmo com tantos e inúmeros obstáculos não é para qualquer um. Por tudo isso, por acreditar e tornar o sonho realidade é que ele tem todo o meu carinho e a minha admiração.
O show de ontem teve um significado muito especial para mim. Primeiro show solo dele aqui em Sampa (e numa casa conceituada como o Café Paon), lançamento do CD novo, fim de saudades de mais de um ano. E que show, meu Deus! Banda afinadíssima, músicas tocadas e interpretadas perfeitamente, set list irrepreensível. E aproveitando, peço licença aqui para duas pequenas observações. Primeira: as músicas novas foram lindas, mas o que foi ‘Billie Jean’, me diz? Perfeito! Fora as interpretações primorosas de Paul McCartney, Robbie Willians e Eric Clapton. Segunda observação: a estrela da noite era o Dan, mas Guilherme se superou nos solos de guitarra. O cara tava inspirado demais! (Tá, confesso que tenho lá minha 'quedinha' por ele, mas o cara arrasou mesmo! Haha).
Claro que a parte tiete falou alto e tive que ir ao camarim... Tremia tanto que pensei que fosse cair dura - um mico só! Mal consegui tirar uma foto – foram inúmeras tentativas, mas no final deu tudo certo. Os meninos da banda, além de músicos excelentes, são todos muito simpáticos e de um astral incrível. E para mim é assim: não é só o cantor e tal. A banda e seus integrantes fazem toda a diferença. Por isso faço questão, sempre, de cumprimentar cada um deles. Afinal, é um trabalho de equipe. Mesmo ficando só cinco minutos com eles, valeu a pena. Momentos assim não têm preço.
Fim das contas: noite mágica com música de primeira. Ainda matei as saudades da minha gê querida e tive o imenso prazer de conhecer a Nilza e a Joana, duas fofas. Agradeço a Deus por noites como essa!
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Quem avisa amigo é...
Não sei bem o que anda acontecendo comigo nas últimas semanas. Se num dia estou tomada de uma alegria sem motivo, no outro sou invadida por uma tristeza sem fim. Ando irritada, estressada, mal-humorada, sem paciência, sem vontade de fazer nada – algo como uma TPM que não vai embora ou coisa do tipo. Tenho meus momentos de distração, as bebedeiras com os amigos, infinitas horas com as minhas músicas e, no entanto, nada parece acalmar meu coração. Vivo num estado de permanente agonia e num nível de ansiedade capazes de tirar qualquer mortal do sério - isso fora as insistentes crises de insônia. Falta pouco para surtar de vez!
Não sei ao certo se isso indica alguma mudança próxima, se é só uma fase ou se o meu inferno astral chegou mais cedo esse ano. De todo jeito, só para prevenir, um aviso: mantenha distância.
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